Elas batem o maior bolão

Moema Luna



Algumas marcas podem até nem investir em marketing esportivo de forma sistemática. Mas não dá para ignorar uma especialidade tão importante e que tem movimentado trilhões no mundo todo. Às vésperas de Copa do Mundo e Olimpíadas respira-se cada vez mais os ares desse mercado ainda pouco explorado em Pernambuco e cuja prioridade de investimento merece ser repensada.

A professora do curso de especialização em Marketing Esportivo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Clarisse Setyon, disse para o site da Amcham Brasil que essa indústria chega a gerar algo em torno de US$ 1 trilhão por ano e exibe um dos maiores percentuais de crescimento entre os principais setores da economia.

Na 16ª edição da pesquisa JC Recall de Marcas, realizada pelo Instituto Harrop em parceria com o Jornal do Commercio, ouvimos como pensam os vencedores de 2013 e como se preparam estrategicamente para agregar atualidade à marca com o que acontece no mundo dos esportes.